Plano de Intervenção do Director

 

PRÓLOGO

Este Projecto de Intervenção surge em resposta ao Concurso para Director do Agrupamento.

O compromisso que assumo com todos os elementos da comunidade escolar, com os princípios e valores educativos, justifica a apresentação deste projecto que, de algum modo, se assume como ambicioso e, pela tomada de consciência que a sua operacionalização implica, traduz-se não apenas pela melhoria dos resultados cognitivos, mas também pelo esforço, pelas atitudes face à escola e à aprendizagem, na sociabilidade e capacidade em trabalhar em grupo, no espírito de iniciativa, na capacidade de tomar decisões e na aquisição de valores relacionados com a cidadania, com a liberdade e com o respeito pela diferença.  

Conhecedor do espaço geográfico, das pessoas, da sua cultura e das suas necessidades em virtude da minha ligação a Vila Nova de Milfontes, onde resido, ao Colégio de Nossa Senhora da Graça, onde trabalho desde 1995, onde ensino, educo, e onde tenho nos últimos anos desempenhado funções de gestão como secretário nas Direcções do Colégio e também do Instituto de Nossa Senhora de Fátima.  

Ao longo deste projecto irei demonstrar o meu verdadeiro interesse e envolvimento pela gestão e administração do Agrupamento, ao qual me candidato.

Assim, em primeiro lugar apresento o requerimento com o pedido de admissão a V. Excelência, para me candidatar ao lugar em concurso, conforme solicitado em Diário da República.

Seguidamente, na “carta de apresentação” identifico-me e descrevo sumariamente a minha acção passada, referindo-me essencialmente à missão executada anteriormente e, anúncio posteriormente alguns projectos que considero cruciais para o bom funcionamento desta estrutura educativa.

Assim, e após a apresentação do meu Currículo e respectivos justificativos, como prova os certificados de habilitação e ficha de registo biográfico que anexo, tal como algumas das acções de formação frequentadas por mim e que julgo pertinente acrescentar, apresento, então, o meu Projecto de Intervenção para todo o Agrupamento de Colos.

Desta forma, e porque sou conhecedor da realidade sócio-cultural, científica, pedagógica e organizacional, não só das famílias como também das Escolas pertencentes deste Agrupamento, acredito poder contribuir para a melhoria na qualidade do ensino e aprendizagem neste Agrupamento de escolas.

E, porque estou consciente do trabalho que me espera, apresento em seguida o Projecto Intervenção, que foi desenvolvido com base na investigação que eu próprio realizei.

  

INTRODUÇÃO

 

Este plano de intervenção insere-se num contexto de uma educação personalizada, favorecendo uma formação completa, equitativa, eficaz e com qualidade.

Destes princípios genéricos derivam objectivos concretos que se complementam num processo que serve de orientação ao trabalho de todos os intervenientes do processo educativo - alunos, professores, encarregados de educação e restante pessoal que presta funções no Agrupamento.

Esta intervenção significará um permanente esforço conjunto entre a Família e o Agrupamento. Este, não substitui o direito inquestionável das famílias na formação dos alunos, mas colabora na mesma como um complemento e prolongamento na educação e desenvolvimento de cada aluno.

Se um dos valores mais fortes, necessários e urgentes de cada indivíduo é a educação, ela não se limita ao período escolar, nem se esgota no tempo da juventude.

Assim, reconhecemos de forma inequívoca que os jovens podem encontrar respostas sistemáticas às necessidades da sua idade evolutiva dentro de cada Escola deste Agrupamento, onde lhes é transmitida uma concepção do mundo, da história, dos valores e da vida. Deste modo, visamos a formação do educando, mediante o desenvolvimento harmonioso, livre e original das suas qualidades a diferentes níveis.

Assim, a nível individual, pretendemos criar um clima em que o aluno possa adquirir:

a) Sentido de liberdade responsável, de forma a desenvolver o espírito crítico e criativo capaz de o levar a tomar decisões pessoais e coerentes em cada situação.
 b)     Sensibilidade aos valores humanos e aos problemas do mundo actual.

c)      Síntese entre a vida e a cultura.

d)     Um ensino eficaz e de qualidade.

 

A nível comunitário, ambicionamos estimular a dimensão social:

a)      Da abertura aos outros, mediante a participação em grupo.

b)      Da aquisição de competências para poder servir a comunidade.

c)      Do compromisso na construção da fraternidade humana e universal.

d)     Na defesa do meio ambiente.

 

A nível escolar, fomentamos:

a) Espírito de família, mediante a convivência entre educandos e educadores.

b)   Um clima de alegria, fruto de uma "Pedagogia Activa".

c)   O sentido de responsabilidade no trabalho e no estudo, como elementos de auto-afirmação e de serviço aos outros.

d)   O desenvolvimento integral do aluno, tendo em vista a transformação da
sociedade.

e)   Um processo de educação que liberta as capacidades criadoras do aluno, favorecendo a sua inserção crítica na cultura e na sociedade.

É desta forma que consideramos o Aluno o centro do processo educativo.

Assim, entendemos a educação como um processo que leva o aluno a centrar o seu desenvolvimento não nas coisas, mas na aquisição de uma consciência pessoal e social, de liberdade responsável e criadora, de uma capacidade de relacionamento e participação, orientando o seu desenvolvimento para o bem de si e da sociedade.

Por isso, pretendemos:

a)  Despertar no aluno uma esperança positiva e optimista.

b)  Desenvolver o sentido de responsabilidade.

c)  Ampliar uma capacidade crítica, reflexiva e criativa.

d)  Sensibilizar para a programação e participação nas festas da Escola, sentindo-as como suas.

e)  Dar importância às formas de cortesia e civilidade, nas relações pessoais e comunitárias.

f)   Facilitar momentos de formação e reciclagem.

 

Neste Agrupamento queremos que a nossa acção contribua para:

 

a)  Fundamentar uma estratégia educativa assente em consensos e entendimentos capazes de mobilizar toda a comunidade, sem se pretender eliminar as diferenças dos contextos pessoais e da realidade de cada unidade educativa.

b)  Que os princípios, valores, metas e estratégias assumidas contribuam para a construção de uma comunidade, capaz de se mobilizar em torno de uma cultura educativa de agrupamento que consagre uma atitude de mudança permanente.

c)   Reforçar um processo contínuo de desenvolvimento de competências desde a escolaridade pré-escolar até à escolaridade básica.

d)  Valorizar o processo de ensino e aprendizagem.

e)  Enaltecer a cultura do trabalho, do esforço e da responsabilização pessoal de todos.

f)   Desenvolver um ensino que promova nos educandos o desejo de aprender a conhecer, a prender a fazer, aprender a ser e aprender a viver juntos.

g)  Criar uma escola atenta ao saber ser e ao saber estar com os outros

h)  Abrir a escola à participação dos pais e encarregados de educação, reconhecendo-os como parte integrante do processo de educação dos alunos, tendo como subjacente a toda esta dinâmica formas de participação da família ao nível dos órgãos de gestão educativa e mecanismos de co-responsabilização no processo educativo. Neste sentido, ganha significado o papel representativo dos pais na vida do agrupamento.

i)   Criar hábitos de higiene e limpeza nos diferentes espaços da Escola.

j)   Incentivar a uma linguagem correcta e limpa.

k)   Promover o diálogo entre todos.

l)    Ajudar a saber descobrir uma hierarquia de valores.

m)  Orientar a ocupação do tempo.

n)   Participar em actividades de intercâmbio com outras forças exteriores à Escola, nomeadamente em Concursos, Exposições, Visitas de Estudo, Teatro, …

 

 

ORGANIZAÇÃO, LIDERANÇA E GESTÃO DO AGUPAMENTO

O meu compromisso insere-se nas Áreas da Gestão, Liderança e Organização do Agrupamento Verical de Colos.

Estas áreas serão geridas pelos gestores deste agrupamento, de entre o seu corpo docente. Assim, dividi essas áreas para melhor entendimento e atribui a cada uma, respectivamente, a letra A, B, C, D e E.

 

ÁREA - A

- Relação da escola com outras instituições.
- Correspondência oficial.
- Cursos de educação e formação.
- Organização da equipa multidisciplinar.
- Gestão do pessoal docente e horas a conceder ao estabelecimento.
- Acompanhamento e supervisão do projecto educativo.
- Articulação com os coordenadores nomeados e com a assessoria jurídica.

ÁREA - B

- Gestão da área de alunos; supervisão da área administrativa de alunos; gestão dos programas informáticos (alunos).
 - Articulação com coordenadores de ciclo, coordenadores de directores de turma e directores de turma.
 - Supervisão dos processos de apoio aos alunos.
 - Gestão da matéria disciplinar de alunos.
 - Supervisão de projectos curriculares de turma.
 - Gestão e optimização da biblioteca.
 - Gestão de tarefas e avaliação dos funcionários da biblioteca.

ÁREA - C

- Controlo administrativo e financeiro da escola.
 - Gestão da acção social.
 - Organização e supervisão de concursos de bens e serviços.
 - Gestão do pessoal ligado aos serviços da Administração Escolar.
 - Gestão do pessoal ligado à cantina.
 - Organização e supervisão de processos de concurso (pessoal não docente).
 - Coordenação e supervisão de projectos (qualidade/higiene alimentar).

 

ÁREA - D

- Controlo administrativo e financeiro da escola.
- Organização de concursos/fornecimentos de bens e serviços (excepto ASE).
- Gestão da área de economato (adm.escolar); contabilidade; da área de segurança e parque informático.
- Organização e gestão de tarefas e avaliação do tec. Informática e do funcionário auxiliar de manutenção.

ÁREA - E

- Gestão de horários pessoal docente e não docente.
- Gestão do pessoal não docente.
- Gestão dos espaços destinados a aulas.
- Gestão e controlo de consumo da reprografia.

 

Após mostrar as áreas de gestão educacional que pretendo para este agrupamento considero que, toda a minha actuação passa pela democratização da escola, sob dois aspectos:

a) interno que contempla os processos administrativos e a participação da comunidade escolar nos projectos pedagógicos;

b) externo ligado à função social da escola, na forma como produz, divulga e socializa o conhecimento.

Assim, esta minha reflexão torna possível ultrapassar o nível de entendimento que tenho sobre gestão escolar como palavra recente que se incorpora no ideário das novas políticas públicas, em substituição do termo administração escolar.

Desta forma, encaro a gestão deste agrupamento em perfeita colaboração, com todos os membros, onde todos os actores se sintam valorizados pela sua actuação.

Acredito que a gestão escolar deste agrupamento terá de ser menos burocrática e mais criativa, incorpore práticas e programas educacionais e empresariais de qualidade total, porque a formação ética e política na gestão deste agrupamento deverá privilegiar interesses colectivos e públicos.

Quero construir neste agrupamento uma participação democrática na gestão e na construção de uma nova proposta pedagógica para as escolas deste agrupamento.

Assim, é fundamental lutar para manter as conquistas democráticas constitucionais. É preciso ir além e, por isso, comprometo-me com toda a comunidade na construção democrática quotidiana, em todas as medidas que apresento para este agrupamento.

 Parece-me essencial que as práticas diárias da gestão escolar devem constituir um horizonte para o surgimento, crescimento e consolidação de um verdadeiro projecto educacional democrático.

A minha ideia da gestão educacional desenvolve-se associada a um contexto de outras ideias, como apresento a seguir, nos compromissos como respostas à comunidade, tais como apresento no meu projecto de intervenção para este agrupamento.

Esta reflexão permite-me pensar cada escola deste agrupamento, onde a gestão eficaz, equitativa e de qualidade, produza conscientemente em todas as pessoas, boas acções que contribuam diariamente para a qualidade do ensino e da cidadania democrática.

 Neste projecto damos voz aos educadores e numa perspectiva ética criamos novas formas de participação na escola pública, tais como ouvindo, registando e divulgando o que alunos pensam e falam.

É nesta perspectiva que pretendemos intervir e criar novos projectos de interesse para todos os actores escolares.

O novo paradigma da administração escolar traz consigo maior autonomia, mais ideias e dá-nos a possibilidade de gerir a escola colegialmente com responsabilidades compartilhadas pelas comunidades interna e externa da escola. O novo modelo não só abre espaço para iniciativa e participação de alunos e pais, como nos dá a possibilidade de resolver o desafio da qualidade da educação localmente.

A qualidade da educação interessa tanto aos gestores escolares como a professores, funcionários, aos alunos, aos pais e ao Estado, por isso, a sua melhoria e a qualidade do ensino depende da sintonia como os actores, em cada uma das escolas do agrupamento de Colos, encontrem soluções para os problemas.

Desta forma, pretende-se desenvolver uma metodologia de trabalho que favoreça o aperfeiçoamento profissional e pessoal de professores e funcionários, como uma das questões prioritárias para a melhoria da qualidade do ensino, neste agrupamento de escolas.

Assim, com a colaboração de todos, pretendo incrementar projectos reais que solucionem os problemas com decisões certas, porque acredito em deliberações tomadas e baseadas em experiências partilhadas colegialmente.

Só com estratégias participadas se poderá favorecer o desenvolvimento pessoal de todos os actores escolares.

Por isso, pretendo:

1 - Consultar todo o pessoal sobre o que consideram necessário para promover o seu crescimento e desempenho.

2 - Retribuir e reconhecer o tempo dedicado à participação em actividades de formação pessoal.

3 - Utilizar quatro princípios que considero fundamentais para aumentar o sucesso educativo no agrupamento de Colos.

a)      Envolver os actores escolares na apresentação de ideias, estratégias e técnicas e projectos de melhoria par o agrupamento.

b)      Planificar as acções de melhoria para o agrupamento.

c)      Dar a todos os participantes no processo educativo feedback sobre a aplicação das suas ideias, estratégias, técnicas e projectos de melhoria.

d)     Permitir que os participantes apliquem os seus novos conhecimentos em prol da comunidade onde trabalham.

 

 

 

COMPROMETIDOS COM O PROJECTO DAMOS RESPOSTAS À COMUNIDADE

 

As férias são para alguns Encarregados de Educação dias de preocupação e de dificuldade acrescida.

Pretendemos apetrechar este Agrupamento com meios humanos, técnicos e materiais para proporcionar a todos os alunos que o queiram uma ocupação saudável de tempos livres.

Assim, com base em protocolos que iremos futuramente assinar, queremos oferecer durante o período de férias lectivas, tempo de lazer e descanso, aos alunos a possibilidade de escolher várias actividades de modo a desenvolver as capacidades de cada um nas mais variadas áreas, de modo a educá-las integralmente de forma séria e aliciante, optimizando as suas qualidades de base.

Para a ocupação dos tempos livres de férias, serão proporcionadas actividades individuais e de sociedade: jogos desportivos, xadrez, damas, monopólio, puzzles, jogos colectivos e de associação, jogos de ambiente e descoberta, jogos tradicionais, música, leitura, informática, Espanhol, Inglês, Francês e passeios temáticos.

É nosso desejo ainda oferecer àqueles que o queiram idas à praia de acordo com o protocolo a ser assinado futuramente.

Como complemento da formação aos nossos alunos, desejamos que o Agrupamento disponha de meios humanos e técnicos para leccionar variadas actividades desportivas, culturais e artísticas.

 

"Aulas de Estudo"

Durante o tempo lectivo queremos acompanhar e actualizar as matérias leccionadas diariamente junto dos alunos que, por força maior, não possam frequentar a Escola.

Queremos ainda oferecer as “Aulas de Estudo” acompanhadas por um professor onde os alunos podem aprofundar as matérias e realizar os seus trabalhos escolares.

Estas aulas terão a colaboração das áreas disciplinares com o fim de proporcionar um bom aproveitamento escolar a todos os alunos que revelam dificuldades, ou não, de aprendizagem.

Queremos acompanhar todos os alunos com necessidades específicas por uma equipa psicopedagógica e terapêutica.

Por último, é meu desejo desenvolver neste Agrupamento Escolar, variados programas com o auxílio de fundos sociais europeus, nomeadamente através do ”PROGRAMA MAIS”; “QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICA NACIONAL”; POPH – PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO” e ainda através do programa “Comenius - Ensino Escolar”.

Sobre este último, apresento algumas referências pertinentes e que pretendo implementar pois, considero que a adesão a um programa desta natureza traz beneficios para o Agrupamento.

Assim, e porque estou comprometido com a minha consciência e com o Agrupamento Vertical de Colos, digo que Johan Amos Comenius viveu entre 1592 e 1670 e nasceu na actual República Checa, tendo sido um teólogo, filósofo e pedagogo que acreditava que somente através da educação pode o homem adquirir todo o seu potencial.

Foi um dos fundadores da educação moderna, sendo também um Cosmopolita e Universalista que lutou incessantemente pelos direitos humanos, paz entre as nações
e paz social.

A Acção Comenius - Ensino Escolar tem como objectivos gerais melhorar a qualidade e reforçar a dimensão europeia no ensino escolar, contribuir para a promoção da aprendizagem de línguas e promover a consciência intercultural. 

Desta forma e com este programa pretendemos incentivar a cooperação transnacional entre escolas e contribuir para a melhoria da formação inicial e contínua do pessoal educativo, desenvolvendo redes de parcerias de escolas e de projectos de formação.

 

“A horta Pedagógica”

É sabido que o contacto com a Natureza revela um papel de extrema importância na vida do ser humano. A agricultura ou a jardinagem como actividade de lazer, ocupação dos tempos livres, ou até mesmo integrada nos currículos escolares proporciona ao aluno com Necessidades Educativas Especiais benefícios de nível cognitivo, sócio afectivo e motor.

A pensar na população, nos alunos com necessidades educativas especiais e noutros que queiram voluntariamente abraçar este projecto, a Horta Pedagógica deverá visar  a dinamização dos canteiros do recreio das escolas deste Agrupamento, de forma a adornar o espaço exterior, assim como proporcionar aos alunos o contacto com a Natureza através da realização de algumas actividades agrícolas e de jardinagem.

 População Alvo: Alunos da escola

Aplicação Espacial: espaços da escola (canteiros, terrenos sem aproveitamento.

Objectivos:

- Possibilitar o contacto com a natureza e a ocupação saudável do tempo livre;

- Dinamizar e alindar os espaços exteriores;

- Experimentar outras formas de ensino e de aprendizagem;

- Elevar a cognição de forma espontânea;

- Observar e investigar o desenvolvimento das sementes e plantas;

- Experimentar diferentes culturas e sementeiras;

- Desenvolver o gosto pelas actividades agrícolas e de jardinagem.

 

 

Material Necessário:

              - Pás;

            - Enxadas;

            - Ancinhos;

            - Sementes;

            - Plantas;

            - Regadores;

            - E boa vontade…

 

“O Curso de Hotelaria e Restauração”

                Na qualidade de concorrente ao agrupamento de escolas de Colos apresento o “Curso de Hotelaria e Restauração” para doze alunos e a funcionar futuramente nas instalações da Escola EB 2/3 de Colos.

            Tenho consciência das dificuldades, no entanto, acredito que os contactos estabelecidos com formadores e entidades poderão tornar real este projecto.   

            Assim, apresento o…

Perfil visado /saída profissional

 

O/A Empregado/a de Mesa é o/a profissional que, no respeito das normas de higiene e segurança, organiza/prepara o serviço de restaurante, acolhe e atende os clientes, efectua o serviço de mesa, aconselhando na escolha de pratos e bebidas, executa serviços especiais e procede à facturação do serviço prestado em estabelecimentos de restauração e bebidas, integrados ou não em unidades hoteleiras.

 

Actividades principais:

 

Preparar o serviço de mesa de acordo com as características do serviço a executar; Proceder ao acolhimento e atendimento dos clientes.

Executar os diferentes serviços de mesa - à inglesa, à francesa, à americana e à russa;

Executar o serviço de mesa em situações especiais cozinha de sala, pequenos-almoços, room-service, banquetes, buffets e serviços volantes e o serviço de bar; efectuar o acompanhamento e a facturação do serviço prestado.

 

Habilitações de acesso:

 

Podem matricular-se alunos com pelo menos 15 anos de idade, feitos até 31 de Agosto do corrente ano, com o 6º ano de escolaridade, 7º ou frequência do 8º ano.

 

 

Esta formação possibilita ao aluno o prosseguimento de estudos/formação nesta ou noutra área.

 

“Clube de Futebol – Agrupamento de Escolas de Colos” em articulação com o desporto escolar.

        Destinado a todos os alunos que frequentam o agrupamento de escolas de Colos, este projecto visa:

- Criar laços entre os pais/encarregados de educação, os alunos, professores, funcionários e a comunidade;

- Melhorar a qualidade de vida dos intervenientes;

- Contribuir para o desenvolvimento da educação e do civismo;

- Desenvolver um projecto de formação desportiva de qualidade.

- Pretende-se que os alunos representem a escola em competições desportivas oficiais, organizadas pela Associação de Futebol de Beja.

- Abrir o agrupamento ao exterior.

 

 

 Projecto – Escola Promotora de Saúde

        Este projecto assume como objectivos gerais a promoção em toda a comunidade educativa de comportamentos saudáveis, que ajudem a desenvolver nos alunos as capacidades individuais e sociais que lhes permitam crescer como cidadãos responsáveis e felizes.

 

Projecto – Educação sexual na Escola

        Destinado aos alunos de todos os ciclos Ciclos, aos pais e encarregados de educação, pessoal docente e não docente visa apoiar o crescimento saudável dos jovens do agrupamento.

 

Projecto – Filosofia para Crianças

“Aprender a pensar!”

          Este projecto apresenta um enquadramento teórico e científico com base na promoção

da capacidade dos alunos para aprender e desenvolver as competências críticas.

      E para ser um pouco mais claro acerca deste projecto de filosofia na educação das crianças

posso vos dizer que se trata de “aprender a aprender…”

      Neste âmbito, cabe ao filósofo fomentar as dimensões cognitivas, sócio-afectivas e

criativas de cada criança.

       Na minha opinião trata-se de uma área fundamental em matéria de educação, pois,

se tivermos em conta as estatísticas de insucesso escolar dos nossos alunos, bem como as

consequências desse insucesso, deparamos que faz todo o sentido a implementação de um

projecto desta natureza neste e em muitos outros agrupamentos de escolas, e quem sabe

em todos.

        A filosofia surge tardiamente nos currículos dos alunos.

         Temos de assumir definitivamente estratégias claras, sólidas e eficazes que visem uma formação integral dos alunos, isto é, corpo, inteligência, espírito e realização social (dimensões estas que as escolas devem promover de um modo responsável mas efectivo).

     Assim a filosofia para crianças teria um papel de destaque no percurso académico dos alunos, quer como preparação para a filosofia do 10º ano, quer como base de todas as outras áreas de formação:

      As competências críticas promovidas pela filosofia devem ser estimuladas desde o início.

       Se neste campo também considerarmos as competências éticas, rejeitar a filosofia para crianças desde o 1º ciclo seria o mesmo que rejeitar a importância do respeito, da solidariedade e da tolerância como valores éticos fundamentais.

Aqui surge espaço para a pergunta:

- Será que uma criança é capaz de compreender a filosofia?

      E neste contexto vou apoiar-me no Dr. Peter Raabe, professor na Fraser Valley University e conselheiro filosófico canadiano, o qual defende, no seu livro Philosophical Couselling: Teory and practice, no capítulo Couselling children, que apesar das crianças terem um vocabulário mais reduzido, a sua perspicácia é muito grande pois, não têm receio de questionar, de querer saber… assim, essa é a idade própria para iniciar este projecto.

Métodos:
      Julgo que o método de Lipman será o mais avançado e o que apresenta mais benefícios para os alunos.

        Este método baseia-se no sistema socrático de perguntar:

       - Estará correcto mentir e roubar?

       - O que caracteriza um bom amigo?

        - Como lidamos com uma pessoa que pretende ser nosso amigo mas de quem não gostamos?

        - Devemos preocupar-nos com alguém que amamos?

         Através da aplicação desta metodologia de aconselhamento filosófico, o professor ajuda os alunos a debaterem o tema com mais profundidade auxiliando-os a pensarem sobre os próprios sentimentos e sobre a importância do saber.

           Esta metodologia permite, ainda, a realização de um diálogo filosófico, conceptual e crítico com a vantagem de ser sempre sobre situações da vida real/prática.

         A vantagem destas sessões prende-se com o facto das crianças terem um profundo interesse e beneficiam na aprendizagem, visto ajudá-las a conhecerem-se melhor, assim como a vida que vivem.

        Desta forma os alunos passam a ter uma maior noção sobre a vida, o mundo, os animais, … os outros , e ainda sobre si …

       Assim, poderemos tirar duas conclusões:

 
      1º) O trabalho de um conselheiro filosófico nas escolas é essencial ao nível da formação para a autonomia reflexiva.

      2º) A disciplina para crianças é igualmente essencial no sentido de desenvolver as competências críticas dos alunos.

       Parece-me evidente que o método de Lipman deve ser aplicado desde o 1º ciclo, fundamentalmente porque as crianças nessa idade atravessam uma fase única e crucial para aprenderem novas linguagens bem como competências fundamentais.

          Quem aprende e exercita as suas competências críticas torna-se mais dotado para as outras aprendizagens durante a sua vida.

OBJECTIVOS

§ Despertar o espírito crítico-filosófico, estimulando o debate e o raciocínio.

§ Promover hábitos de questionamento e problematização face ao saber adquirido ou a novas situações.

§ Desenvolver a consciência dos direitos e deveres democráticos, promovendo a intervenção na vida colectiva.

§ Aumentar o horizonte cultural dos alunos, trazendo informações que geralmente não são tratadas nos programas curriculares.

§ Integrar o trabalho cultural com o aspecto ético, despertando valores universais, como fraternidade, justiça, solidariedade, não-violência, etc.

 

 

 

PROJECTO DE INTERVENÇÃO PARA O AGRUPAMENTO VERTICAL DE

ESCOLAS COLOS            

- Perspectivas de operacionalização -

Áreas de Intervenção

1 - ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA:

1.1 – Articulação pedagógica entre os três ciclos do ensino básico.

 

 DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

 

Articulação informal entre ciclos.

1.1.1        – Promover a articulação vertical do 1º ao 3º ciclos, definindo as competências a atingir, em cada disciplina, no final de cada ciclo.

1.1.2        – Efectuar um diagnóstico aos alunos do 5º e 7º anos de escolaridade relativamente à consecução das aprendizagens essenciais e competências em cada disciplina.

1.1.3        – Elaboração de um plano de trabalho entre os ciclos que vise superar as necessidades diagnosticadas com a definição das linhas de acção para cada uma das escolas do Agrupamento.

1.1.4        – Realização de testes de diagnóstico no início de cada ano lectivo em todas as disciplinas, nomeadamente nas disciplinas de estudo.

1.1.5        – Implementação de projectos e actividades que promovam a articulação entre ciclos, a valorização da língua, da cultura, do património e dos meios tecnológicos.

 

 

- Articulação pedagógica formal entre os três ciclos de ensino básico do Agrupamento.

 

 

1.2 – Absentismo escolar.

 

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

 

Não é significativo o absentismo escolar no Agrupamento.

1.2.1 – Promover a responsabilização dos alunos pelo exercício do direito e do dever de participar nas actividades escolares, através de uma acção conjunta dos professores Titulares de cada disciplina, dos Directores de Turma e dos Encarregados de Educação em:

a) Reuniões com os alunos que revelem maior número de faltas;

b) Informações regulares sobre as faltas dos alunos aos Encarregados de Educação;

c) Reuniões com os pais e Encarregados de Educação, alertando-os para as consequências das faltas dos seus educandos.

- Diminuir o absentismo em 5% face aos dados referentes ao ano lectivo de 2007/08.

- Gradualmente pretende-se anular o absentismo.

 

             

 

1.3 – Abandono escolar.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Preocupação em relação ao abandono escolar no Agrupamento.

1.3.1 – Manter as estruturas curriculares existentes.

1.3.2 – Percursos curriculares alternativos.

1.3.3 – Prever a existência de cursos de educação e formação de acordo com o perfil dos alunos em causa.

1.3.4 – Prever a existência de cursos profissionais de acordo com o perfil dos alunos em causa.

1.3.5 – Garantir todas as condições para acompanhamento adequado e atempado dos alunos com Necessidades Educativas Especiais para que o acesso à educação e ao ensino seja de facto, verdadeiramente equitativo.

1.3.6 – Proporcionar informação adequada sobre diferentes opções educativas disponíveis aos alunos dos vários níveis de ensino, nomeadamente novos cursos, clubes, projectos, parcerias…

 

- Reduzir o abandono escolar em todos os ciclos de ensino.

- Quer-se que todos os alunos deste Agrupamento estejam nas escolas respectivas e em cada uma das suas respectivas turmas.

 

 

 

1.4 – Educação para a igualdade.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Alunos com dificuldades de aprendizagens; Alunos portadores de deficiência;

Alunos estrangeiros.

 

 

1.4.1 – Valorizar na sala de aula e na escola o empenho de cada um dos alunos.

1.4.2 – Incentivar e apoiar cada um dos alunos com dificuldades de aprendizagem.

1.4.3 – Incrementar estratégias e tarefas que desenvolvam competências nos alunos e os ajude a preparar para a vida.

1.4.4 – Enaltecer todos os contributos e perspectivas das diversas culturas representadas na turma, na escola, no agrupamento e na sociedade.

1.4.5 – Utilizar modalidades e técnicas formativas e de avaliação como modo de valorizar especificidades e percursos individuais de cada um dos alunos.

- Garantir que todos os alunos se sentem, integrados e felizes em cada uma das escolas que compõem o Agrupamento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1.5 – Ocupação educativa dos alunos durante todo o tempo lectivo.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Respostas adequadas para cada uma das escolas que compõem o Agrupamento.

 

1.5.1 - Mobilizar os recursos humanos e materiais necessários para o acompanhamento dos alunos em caso de ausência de professor titular da turma/ disciplina.

1.5.2 - Criar actividades artísticas no âmbito do enriquecimento do currículo, como por exemplo, cerâmica, artes decorativas, clube de música, desporto, etc.

1.5.3 – Desenvolver actividades culturais no âmbito da Língua Portuguesa.

1.5.4 – Manter a biblioteca aberta das 8:20 às 17:30 horas.

1.5.5 – Mobilizar alguns membros da comunidade para auxiliarem na feitura de uma horta pedagógica.

 

- Manter ocupados todos os alunos em actividades lectivas ou outras, úteis à formação de cada um dos alunos deste agrupamento.

- Reduzir a saída de alunos do Ensino Básico das instalações durante o horário lectivo.

- Criar nos alunos o gosto pela leitura e investigação.

- Responsabilizar os alunos pelos seus comportamentos.

- Valorização da terra e criação de hábitos de vida saudável.

 

1.6 – Adopção de uma política disciplinar comum ao Agrupamento e de natureza preventiva.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Existência de situações de indisciplina.

 

1.6.1 - Definir muito claramente o que se considera “disciplina”/”indisciplina”.

1.6.2 - Criar um grupo (professores, funcionários e encarregados de educação) responsável pelo estabelecimento de regras de conduta que orientem as estratégias e procedimentos a ser observados pela comunidade escolar e sempre de acordo com o regulamento interno.

1.6.3- Divulgar iniciativas e panfletos junto dos alunos, pais, professores e auxiliares de acção educativa.

1.6.4 - Realizar reuniões, sempre que necessário com alunos e Encarregados de Educação para reflexão e esclarecimento de orientações disciplinares claras.

1.6.5 - Dar formação de apoio aos auxiliares de acção educativa sobre procedimentos/relação pedagógica com os alunos.

1.6.6 - Assegurar procedimentos comuns no Agrupamento entre os profissionais da escola com base num compromisso de estabelecer e manter a disciplina.

1.6.7 - Realizar assembleias de turma no 1º ciclo uma vez por mês e assembleias de delegados de Turma no 2º e 3º ciclo uma vez por período, em que se pretende:

- Criar oportunidades de estimular a participação activa e construtiva dos alunos;

- Mobilizar os alunos para a discussão dos seus problemas;

- Preparar os alunos para pensar e resolver conflitos;

- Permitir aos alunos a tomada de decisão e o exercício de algum grau de poder, bases para a criação de um sentido de responsabilidade e motivação.

- Diminuir em 5% os processos de natureza disciplinar.

- Diminuir em 10% o número de expulsões da sala de aula.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Criação de uma associação de estudantes que permita o desenvolvimento de um projecto desenvolvido pelos alunos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

1.7 – Desenvolvimentos físicos e psíquicos saudáveis em situações de segurança.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Hábitos de vida saudáveis.

1.7.1 - Criação de um Gabinete de Saúde Segurança e Bem Estar com todos os meios necessários ao desenvolvimento de um projecto, no sentido de:

- Intervir ao nível do Bar através aconselhamento e promoção de escolhas saudáveis.

- Intervir ao nível do Refeitório na selecção de ementas equilibradas e apelativas.

- Divulgar informação e desenvolver competências através de acções de formação para toda a comunidade escolar.

- Desenvolver um projecto, de acordo com o Despacho 15987/2006, com um plano de actividades aprovado anualmente.

- Apoiar projectos de turmas no âmbito da Educação para a Saúde.

1.7.2 - Intervir ao nível fornecimento de refeições/alimentos, no sentido da confecção de refeições mais equilibradas.

1.7.3 - Proporcionar o acompanhamento e aconselhamento das refeições dos alunos por docentes, sempre que possível.

1.7.4 - Desenvolver na Área de Projecto trabalhos no âmbito da alimentação saudável e da qualidade de vida.

1.7.5 - Co-responsabilizar todos os utilizadores dos vários espaços escolares pelo seu estado de higiene e limpeza e segurança.

1.7.6 - Intervir precocemente, a partir do Jardim-de-infância, no sentido da interiorização das práticas de higiene pessoal e segurança pessoal, através de acções de formação, projectos e outros trabalhos.

1.7.8 - Impedir a saída dos alunos do Ensino Básico, da Escola, durante o período lectivo, com excepção de casos pontuais, desde que acompanhados pelo Encarregado de Educação.

1.7.9 - Verificar periodicamente as condições e sinalização de segurança nas imediações de cada Escola.

1.7.10 – Verificar diariamente as condições de transporte dos alunos até às suas residências.

- Aumentar em 10% o consumo de sopas.

- Aumenta em 10% a assiduidade/realização de actividade física.

- Integrar 10% dos alunos com excesso de peso e programas adequados.

- Diminuir o número de alunos sinalizados como consumidores de substâncias psicoactivas.

- Diminuir em 5% o número de ocorrências disciplinares.

- Aplicar o Regulamento Interno

- Dinamizar em Área de Projecto actividades de combate à violência e à agressividade em turmas que revelem essa problemática.

- Desenvolver um projecto na área da Segurança e com estreita ligação aos bombeiros.

- Responsabilizar os condutores e outros envolvidos pelo cumprimento de regras, no transporte das crianças e adolescentes, até às suas residências.

- Anular o acidente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1.8 – Competências ao nível das Tecnologias de Informação e Comunicação.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Equipamentos disponíveis

1.8.1 - Promover a progressiva utilização das TIC nos processos de ensino e aprendizagem a nível de turma.

1.8.2 - Sempre que possível, organizar os tempos lectivos da Área de Projecto nos espaços equipados com computadores.

1.8.3 - Planificar as actividades da Área de Projecto recorrendo às Tecnologias de Informação e Comunicação.

1.8.4 – Desenvolver o projecto relacionado com o “Jornal” on-line.

1.8.5 – Distribuir sinal de internet por todas as escolas do agrupamento.

1.8.6 – Rentabilizar os meios informáticos para reforçar as aprendizagens.

1.8.7 – Estabelecer um protocolo com uma organização permitindo-nos ter sempre acessíveis os materiais informáticos.

- Todos os alunos, ao terminarem o ensino básico dominam competências nesta área.

- Equipar durante a vigência da minha gestão neste agrupamento, no mínimo seis salas de aula, com quadro electrónico.

- Envolver toda a comunidade neste projecto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1.9 – Comportamentos no âmbito da Educação Ambiental.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Fragilidades ao nível ambiental.

1.9.1 - Desenvolver o programa Eco-Escolas, mobilizando todos os esforços para a aplicação do seu plano de acção no âmbito dos temas:

- Biodiversidade, gestão da água, gestão da energia, resíduos, espaço interior e exterior da escola, aquisições e política ambiental

1.9.2. Apoiar projectos de turmas no âmbito de Eco-escolas .

1.9.3-Envidar esforços no sentido de melhorar o acondicionamento de substâncias reagentes nos laboratórios e no encaminhamento de resíduos, desperdícios e outros lixos nas escolas do Agrupamento.

1.9.4 – Realização de acções de formação para toda a comunidade.

19.5 – Organizar passeios pedestres e outros de bicicleta sensibilizando todos os envolvidos para respeito pela natureza.

- Todas as salas terão papelões.

- A recolha de óleos é efectuada.

- Os espaços exteriores melhorados.

- É feita compostagem.

- Conseguir uma gestão mais eficiente dos resíduos.

- Garantir a diminuição de 5% no consumo energético.

- Reduzir em 10% o desperdício de água.

- Diminuir em 5% o consumo de papel fotocopiado.

 

 

 

 

 


1.10 – Alunos com resultados escolares de excelência.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Melhorar os resultados escolares dos alunos do 1º, 2º e 3º ciclo.

10.1 – Dignificar os Quadros de Excelência com entrega de diplomas no início do ano Escolar.

10.2 – Divulgar no Boletim Municipal, no Jornal e na página de internet do Agrupamento o Quadro de Valor e Excelência.

- Aumentar em 5% o número de alunos que reúnem condições para integrar o Quadro de valor e Excelência.

 

1.11 – Alunos com excelentes resultados de mérito desportivo em representação da escola/agrupamento.

DIAGNÓSTICO

COMO MELHORAR?

QUE OBJECTIVOS VAMOS ATINGIR?

Valorização de acções meritórias de acordo com o artigo 95.º - A (Menções Honrosas) do Regulamento Interno do Agrupamento.

1.11 – Dignificar os Quadros de acções meritórias no início do ano Escolar.

1.12 – Divulgar no Boletim Municipal, no Jornal e na página de internet do Agrupamento este Quadro.

1.13 – Promover a prática desportiva saudável e responsabilizando os alunos pelo seus sucessos desportivos e escolares.

 

- Aumentar em 5% o número de alunos que reúnem condições para integrar este Quadro.

- Criar uma equipa de Futebol – denominada –

Agrupamento de Escolas Futebol Clube de Colos que participe em campeonatos organizados pela associação de futebol de Beja, para promover a cultura desportiva, o civismo, a saúde e a relação das pessoas como agrupamento de escolas de Colos.

 

 
 

 

 

 

 

2 – APRENDIZAGEM DOS ALUNOS:


2.1 – Insucesso/sucesso nas disciplinas.